Apenas 15% das pedaladas fiscais ajudaram programas sociais: o resto mirou empresários e agronegócio

Apenas 15% dos R$ 40 bilhões de crédito ilegal tomados por Dilma Rousseff junto aos bancos públicos serviram a programas sociais como o Bolsa Família. Os R$ 34 bilhões restantes foram aplicados em grandes empresários e setores do agronegócio.

Os dados do TCU são conhecidos desde outubro de 2015, mas é preciso relembrá-los pois o petismo vive alimentando a narrativa de que as “pedaladas fiscais” socorreram os programas sociais que o eleitorado tanta ama. Entretanto, por mais que de fato algum valor tenha sido utilizado nessa pauta, o grosso do crime de responsabilidade cometido mirava as relações espúrias entre Estado e os empresários corruptos que o PT finge combater.

Como explicou Míriam Leitão, prática semelhante já havia sido explorada pelos governos militares ainda nos anos 70, fazendo da economia brasileira um caos na década seguinte.

A dose do veneno petista, no entanto, parece ter sido bem maior. Dessa vez, os catorze milhões de desempregados surgiram na mesma década.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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