Mais de 200 mil nordestinos foram assassinados durante os governos Lula e Dilma

Mais de 200 mil nordestinos foram assassinados durante os governos Lula e Dilma

A eleição presidencial de 2006 foi a primeira de três em que o Nordeste seria primordial para a vitória do PT (em 2002, praticamente todos os estados brasileiros tinham optado por Lula). Com isso, o petista iniciou o segundo mandato vendo a região contabilizar 15.706 homicídios.

Nove anos depois, quando Dilma Rousseff foi forçada a entregar o cargo para Michel Temer, a estatística já tinha crescido 58% e somado 24.825 óbitos. Contudo, só de 2016, há ainda 9.830 casos em investigação, o que pode ampliar o crescimento para além dos 120%.

Neste intervalo, sempre que a opinião pública reclamava do estouro da violência, ouvia o petismo insistir que as queixas deveriam ser remetidas aos governos estaduais. Mas todos os especialistas ouvidos pelo UOL concordam que a origem de tanto sangue estaria em facções criminosas que não respeitam fronteiras nacioais, ou mesmo internacionais.

Em outras palavras, cabia ao Governo Federal auxiliar os governadores numa ação conjunta para evitar tamanha desgraça.

Nos últimos dez anos das gestões petistas, mais de 200 mil nordestinos foram assassinados. Para completar a tragédia, o Nordeste é justo a região que vem prometendo mais votos a Lula.