A base do governo Dilma foi denunciada pelo recebimento de R$ 3,3 bilhões em propina

Em 2010, como candidata do PT, Dilma Rousseff se elegeu numa coligação com 10 partidos, incluindo o PMDB, que surgia já na vice-presidência com Michel Temer. Quatro anos depois, a coligação seria reduzida a nove siglas, mas o apoio informal do PP, um dos quatro maiores do país, seria convertido em oficial, completando o grupo denominado “Com a Força do Povo“.

De acordo com as denúncias apresentadas ainda por Rodrigo Janot, o trio vitorioso originou quatro quadrilhas de parlamentares que depenavam a coisa pública no Congresso. Compostas por 34 deputados, senadores e ex-presidentes, teriam roubado R$ 3,3 bilhões do povo brasileiro.

Capitaneada por Lula e Dilma Rousseff, o maior estrago teria vindo do PT, destino de R$ 1,48 bilhão em propina. O PMDB vinha logo atrás, com R$ 1,45 bilhão, sendo R$ 864,5 milhões no Senado, e e R$ 587,1 milhões na Câmara. Ao PP, com R$ 380,9 milhões, coube a menor fatia, ainda que venha deste o maior bando: 12 denunciados.

Ao todo, a PGR pediu a devolução de R$ 8,7 bilhões aos cofres públicos, sendo R$ 6,8 bilhões só do PT. O grosso do prejuízo atingiu a Petrobras, alvo principal do Petrolão.

O impeachment de Dilma Rousseff afastou do comando o partido mais danoso, mas não conseguiu livrar o país do PMDB e PP. Cabe ao eleitor tentar resolver este problema nas eleição de 2018. Ao que tudo indica, haverá opções até demais.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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