Diretor-geral da Polícia Federal foi definido por 3 denunciados na operação Lava Jato

Julio Marcelo de Oliveira já tinha amanhecido o 9 de novembro de 2017 incomodado com a mera troca de comando da Polícia Federal. E, no Twitter, questionou aos próprio seguidores: “O que eu não entendi na mudança da direção da PF foi o porquê da mudança. Que razão de interesse público justificaria essa troca?

Ao saber que Camila Bomfim, repórter da Globo, confirmara que Fernando Sergóvia chegava à direção-geral da PF referendado por nomes como José Sarney, Eliseu Padilha e Augusto Nardes, o procurador que mais atacou as pedaladas fiscais de Dilma Rousseff foi além: “Por que um ministro do TCU participou de indicação de Diretor-Geral da PF? Não é função de membro do TCU indicar nomes para o governo“.

Bom… A nomeação foi feita por Michel Temer, um dos principais alvos da operação Patmos. Assim como o presidente da República, José Sarney e Eliseu Padilha foram denunciados pela operação Lava Jato. Quanto a Augusto Nardes, foi investigado pela operação Zelotes.

Para a opinião pública, fica a sensação de que as raposas ajudaram a definir quem investigaria os crimes cometidos no galinheiro.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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