A eleição presidencial de 2018 caminha para ter mais de uma dezena de candidatos, e isso não é bom

Com o convite do PSB para que Ayres Britto seja candidato a presidente da República, o país caminha para ter mais de uma dezena de candidatos com um mínimo de relevância na eleição de 2018. Somados a um punhado de nanicos que concorrem apenas para demarcação de espaço, há risco de repetir-se o efeito de 1989, quando 22 candidatos pulverizaram os votos e dois dos nomes mais radicais – Lula e Fernando Collor de Mello – conquistaram vaga no segundo turno.

No momento da redação deste texto, um ano antes da campanha, dezesseis presidenciáveis já estariam no páreo, incluindo algumas figuras menores que concorreram em eleições passadas. As especulações giram em torno dos seguintes candidatos:

  1. Lula ou Fernando Haddad, pelo PT
  2. Ciro Gomes, pelo PDT
  3. Jair Bolsonaro, pelo Patriotas
  4. Geraldo Alckmin, pelo PSDB
  5. João Doria, pelo Centro
  6. Marina Silva e/ou Joaquim Barbosa, pelo REDE
  7. Chico Alencar, pelo PSOL
  8. João Dionísio Amoêdo, pelo Novo
  9. Ayres Britto, pelo PSB
  10. Henrique Meirelles, pelo PSD
  11. Levy Fidelyx, pelo PRTB
  12. Eduardo Jorge, pelo PV
  13. Zé Maria, pelo PSTU
  14. Rui Costa Pimenta, pelo PCO
  15. José Maria Eymael, pelo PSDC
  16. Álvaro Dias, pelo Podemos

Ironicamente, mas por um motivo muito claro, nada se fala sobre opções do PMDB, não só o maior partido, como a sigla que comporta o atual presidente da República. Desde a década anterior, os peemedebistas tinham por plano o lançamento de um candidato próprio em 2018. Mas a desaprovação da gestão Temer tem tornado isso inviável.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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