Até as eleições de 2018, cinco mulheres comandarão o judiciário no Brasil

Durante o governo Temer, Raquel Dodge se tornou a quarta mulher a ocupar um cargo de comando no judiciário brasileiro. A nova procuradora-geral da República passou a fazer companhia a Laurita Vaz, presidente do STJ, Grace Mendonça, chefe da Advocacia-geral da União, e Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal.

Dodge e Mendonça, inclusive, são as primeiras mulheres a ocuparem tal posto.

Conforme apontado pelo Portal Jota, Rosa Weber ainda substituirá Gilmar Mendes na presidência do TSE em 2018, completando o “quinteto”.

É preciso destacar o feito para neutralizar um dos argumentos mais explorados pela esquerda nas últimas eleições, o de que, sem uma gestão esquerdista, mulheres são excluídas da cadeia de comando.

Talvez seja verdade que elas não são escolhidas apenas para que a militância tenha o que comemorar. E o silêncio desta militância a respeito do feito recente serve como “prova” de que o interesse feminino vem sendo eclipsado pelo partidarismo.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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