Governo Dilma tinha 36 milhões de pobres a mais do que o propagado pelo petismo

Sem apresentar o devido cálculo, o petismo se acostumou a gritar que as gestões Lula e Dilma Rousseff tiraram quarenta milhões de brasileiros da pobreza. Mas bastava conferir o limite do cálculo para confirmar que tudo não passava de propaganda política. Porque o discurso explorava a métrica adotada pelo Banco Central em todo o mundo. E, por ela, se o consumo diário superasse o US$ 1,90, o indivíduo não mais seria pobre. Com isso, bastava o brasileiro viver com o equivalente a um quinto do salário mínimo para escapar da definição.

Contudo, o Banco Central finalmente corrigiu a anomalia que tomava por base a realidade das menores economias do mundo. E passou a aplicar com determinadas nações o limite diário de US$ 5,50, ou renda per capita superior aos R$ 540 mensais. Com isso, a camada pobre do Brasil saltou de 4,3% para 22,1%. Em números absolutos, de 8,9 milhões para 45,5 milhões, uma diferença de 36,6 milhões.

Os dados mais recentes são de 2015, ou o início do segundo mandato de Dilma Rousseff. E confirmam que a pobreza vinha aumentando. Um ano antes, estava em 3,7% – ou 20,4% pelo novo corte.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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