Governo Lula aprovou obra da COMPERJ mesmo certo de que resultaria em prejuízo bilionário

O Tribunal de Contas da União fechou a conta: o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro findou num prejuízo de US$ 12,5 bilhões. Sim, bilhões. Sim, de dólares.

Na conversão para real, o COMPERJ  implicaria em desperdício de mais de R$ 40 bilhões que poderiam ser de ótima serventia ao povo brasileiro.

A negligência era tamanha que a fase 2 fora aprovada mesmo sem a definição do projeto. A fase 3, por sua vez, já teve a aprovação mesmo sabendo-se da inviabilidade econômica da ideia.

Conforme destacou o Antagonista, ainda na análise do investimento prévio, soube-se que o custo atingiria US$ 18 bilhões, mas que o retorno não passaria dos US$ 5,5 bilhões – resultando no saldo negativo já mencionado.

A nomear culpados, o TCU apontou para ex-presidentes da estatal (José Sérgio Gabrielli e Maria das Graças Foster) e ex-diretores (Renato Duque e Paulo Roberto Costa). Os envolvidos mandaram e desmandaram na estatal durante os governos Lula e Dilma.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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