João Doria defende que Igrejas não só podem: devem pagar impostos

Muito se criticou João Doria por passar a cobrar impostos de serviços digitais, como Netflix e Spotify. Mas a verdade é que o prefeito de São Paulo apenas se adequava a uma lei federal que estabelecia a cobrança. Contudo, no pacote de “adequações”, o tucano vetou uma proposta que oferecia isenção fiscal a templos religiosos.

De acordo com Doria, “igrejas podem e devem pagar impostos também“:

“Não faz sentido: as igrejas podem e devem pagar impostos também. Nós precisamos ter critério na cidade e esse foi o objetivo do veto a esse tema. E as igrejas compreendem também, tanto as igrejas católicas quanto as evangélicas, todas elas. Eu não vejo nenhum tipo de conflito nessa relação e nessa interpretação.”

De fato, o Brasil precisa reduzir sua carga tributária. O que, em tese, faz com que Doria se comporte como um liberal incoerente. Mas será que é justo que esta redução seja feita selecionando grupos especiais? Ou é melhor que todos encarem a mesma realidade?

A discussão promete.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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