Joesley foi preso 6 meses após garantir que jamais iria para a cadeia

No 4 de setembro de 2017, Rodrigo Janot convocou uma coletiva de imprensa de última hora para informar que a anistia acordada com a JBS estava sob risco de sofrer uma revisão. Motivo: um grampo gravado sem a ciência dos beneficiados trazia informações comprometedoras sobre a atuação da PGR e do STF.

Pelo teor do papo, a conversa entre Joesley Batista e Ricardo Saud se deu na noite de 17 de março. Nela, o primeiro repetia incansavelmente que jamais seria preso. E que essa seria a condição para negociar qualquer delação com os procuradores.

Seis dias após a coletiva, no entanto, a dupla entregou-se em São Paulo, atendendo pedido de prisão feito por Rodrigo Janot, e referendado por Edson Fachin.

O que mudou entre um momento e outro? O STF surgiu como potencial alvo da estratégia dos delatores.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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