Lula se tornou réu – pela sétima vez – no esquema que causou prejuízo de R$ 19 bilhões ao povo brasileiro

A operação Zelotes foi deflagrada investigando o Conselho de Administração de Recursos Fiscais, ou simplesmente CARF. Trata-se de um órgão ligado ao Ministério da Fazenda. Os investigadores suspeitavam que o colegiado, composto de 216 conselheiros, vendia decisões a ao menos 70 empresas, entre elas, Gerdau, BankBoston, Mundial-Eberle, Ford, Mitsubishi, Santander, Bradesco, Safra e a RBS, afiliada da Rede Globo.

Até a deflagração da operação, em março de 2015, o povo brasileiro já tinha sido lesado em R$ 5,7 bilhões. Mas estima-se que o total do rombo chegue a R$ 19 bilhões.

A Zelotes fez com que Lula se tornasse réu pela sétima vez. A participação do petista no esquema remonta a 2009, quando ainda presidia o Brasil. Juntamente com Gilberto Carvalho, ex-secretário-geral do governo Lula, e outros cinco envolvidos, o petista foi acusado de vender por R$ 6 milhões a aprovação da Medida Provisória 471. A MP prorrogava incentivos fiscais a montadoras de veículos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os valores teriam sido utilizados nas campanhas do PT.

Ainda na Zelotes, Lula corre risco de virar réu por tráfico de influência, no que teria feito lobby na polêmica compra de caças suecos durante o governo de Dilma Rousseff. O pagamento de R$ 2,5 milhões, contudo, teria sido mascarado com a empresa de um dos filhos do ex-presidente.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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