Ministra dos Direitos Humanos se disse pobre mesmo com salário acima de R$ 30 mil

Luislinda Valois queria somar a aposentadoria recebida como desembargadora ao salário garantido a ela por comandar o Ministério dos Direitos Humanos do governo Temer. Mas havia um problema: o total de R$ 61 mil superaria com gorda folga o teto constitucional de R$ 33,7 mil. E a tucana ainda gerou um problema maior: ao argumentar, comparou a situação dela a trabalho escravo.

A crise parecia superada quando Luislinda foi convencida a cumprir a Constituição. Mas, dias depois, a ministra reapareceu ao lado de Michel Temer na cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro. E mais uma vez polemizou ao se dizer pobre mesmo ganhando mais de R$ 30 mil mensais:

“Vamos aumentar esses números para o Rio de Janeiro e para o Brasil todo também. Sou preta, pobre e da periferia e sei o que é viver longe dos grandes centros.”

Ironicamente, enquanto discutia-se a possibilidade de queda de Luislinda, outro tucano pediu demissão: Bruno Araújo, que chefiava o Ministério das Cidades.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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