Recessão herdada do governo Dilma foi o maior obstáculo para a isenção de visto para os EUA

Durante o governo Dilma, muito se especulou que o brasileiro em breve deixaria de ser obrigado a obter visto para entrar nos Estados Unidos. Com o governo Temer, passou a haver um interesse explícito em aproximar-se da “América”, nação da qual o atraso ideológico petista queria distância. Mas Sérgio Amaral, que se tornaria embaixador do Brasil em Washington, explicou em entrevista à Folha que, antes, seria necessário reverter os estragos da recessão legada pelo governo Dilma Rousseff:

“A eliminação de vistos é, no momento, mais difícil, porque eles têm um critério de nível de rejeição de pedido de visto abaixo de 3%. A gente já passou dos 3% ultimamente por causa da situação econômica. Na medida em que a situação econômica se deteriora, mais pessoas querem trabalhar nos EUA, e aí a imigração americana é mais rigorosa. Sendo mais rigorosa, há um percentual maior de vistos negados. Se antes já era difícil conseguir a isenção de vistos, agora essa dificuldade é maior.”

Antes, faltava vontade política. Depois, condições econômicas.

Um ano após o governo Temer assumir os trabalho, a economia começou a dar sinais de melhoras. Mas este é um processo lento que pode/deve exigir paciência por mais alguns anos. Só então o Brasil poderá almejar status de nação civilizada – a depender de que vença as eleições de 2018, claro.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Jornalista e músico. Edita o implicante.org desde julho de 2017. Siga-o no Twitter (@apyus) ou no Facebook (/apyus), ou contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) clicando aqui.

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