Nos últimos 5 anos do governo Dilma, as empresas estatais deram prejuízo de R$ 33 bilhões ao povo brasileiro

31.10.2010 - Presidente eleita Dilma Rousseff logo após o resultado das eleições 2010.

A Secretaria do Tesouro Nacional  analisou os cinco últimos anos do governo Dilma, incluindo a temporada na qual a petista caiu pelo processo de impeachment. E descobriu que as empresas estatais renderam neste intervalo um prejuízo de R$ 33 bilhões ao povo brasileiro.

Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica, Eletrobras e Petrobras representam 90% dos resultados medidos. Exceto por 2014, em todos as temporadas observadas, as estatais custavam mais do que traziam de retorno aos cofres públicos.

Na média, o prejuízo ficou em 27%. Mas chegou a 50% em 2013, e se aproximou de assustadores 80% com o aprofundamento da recessão em 2016.

Ao todo, custaram R$ 122,3 bilhões, mas só retornaram R$ 89,3 bilhões.

A explicação chega a ser simples: enquanto o governo Dilma ampliava gastos com tais estruturas, a receita caía seguidamente.

Por absurdos como este que o programa de privatizações é vital para a economia brasileira.

Governo Lula aprovou obra da COMPERJ mesmo certo de que resultaria em prejuízo bilionário

20.05.2014 - Brasília - DF, Brasil- Considerado responsável por um dos maiores prejuízos da história da Petrobras e alvo de ação do Ministério Público por improbidade administrativa, o ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli encerra nesta semana sua atuação como secretário de Planejamento da Bahia em silêncio.

O Tribunal de Contas da União fechou a conta: o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro findou num prejuízo de US$ 12,5 bilhões. Sim, bilhões. Sim, de dólares.

Na conversão para real, o COMPERJ  implicaria em desperdício de mais de R$ 40 bilhões que poderiam ser de ótima serventia ao povo brasileiro.

A negligência era tamanha que a fase 2 fora aprovada mesmo sem a definição do projeto. A fase 3, por sua vez, já teve a aprovação mesmo sabendo-se da inviabilidade econômica da ideia.

Conforme destacou o Antagonista, ainda na análise do investimento prévio, soube-se que o custo atingiria US$ 18 bilhões, mas que o retorno não passaria dos US$ 5,5 bilhões – resultando no saldo negativo já mencionado.

A nomear culpados, o TCU apontou para ex-presidentes da estatal (José Sérgio Gabrielli e Maria das Graças Foster) e ex-diretores (Renato Duque e Paulo Roberto Costa). Os envolvidos mandaram e desmandaram na estatal durante os governos Lula e Dilma.

Um ano após o impeachment de Dilma, a Petrobras saiu de prejuízo bilionário para lucro de R$ 266 milhões

Brasília- DF, 02/12/2013 - Presidente Dilma Rousseff durante Cerimônia de assinatura do Primeiro Contrato de Partilha do Pré-Sal.

Dilma Rousseff caiu no 31 de agosto de 2016. Por questões legais, os autores do impeachment se focaram nas pedaladas fiscais cometidas pela petista, mas a opinião pública revoltava-se principalmente com o esquema corrupto que depenava a Petrobras – naquele trimestre, a estatal acumularia um prejuízo de assustadores R$ 16,458 bilhões.

Um ano depois, e abordando o mesmo recorte, o noticiário destacou que a gigante do petróleo concluiu setembro com lucro líquido de R$ 266 milhões. Que poderiam ter sido bem melhor, não fossem os as perdas de R$ 3,3 bilhões com “programas de regularização de débitos, contingências judiciais e baixas contábeis.

Pela expectativa alta, restou a sensação de que a a cifra conquistada não era boa. Mas, um ano antes, davam a empresa como falida. No que é possível afirmar que o impeachment de Dilma ao menos serviu para salvar esta importante peça do patrimônio brasileiro.

Após 13 anos de PT, o trabalhador brasileiro só produzia 25% do que rendia o americano

O ex-presidente do Brasil, Lula cumprimenta a presidenta Dilma Rousseff, durante cerimônia de posse no Palácio do Planalto.

O Partido dos Trabalhadores encerrou um ciclo de 13 anos no comando do Brasil com um dado vergonhoso para o trabalhador brasileiro: um americano produzia sozinho o equivalente aos esforços de quatro brasileiros. Para ser mais exato, enquanto o “gringo” conseguia render em média US$ 118.826 aos próprios contratantes, o representante nacional produzia apenas US$ 29.583.

Desde a década de 1950, essa proporção não era tão desigual. Até os anos 1980, inclusive, a distância diminuía e atingia o melhor resultado: dois para um. Na indústria, houve ganho de produtividade considerável até 1997. Mas tudo voltaria ao fundo do poço sob a condução petista.

Os dados pertencem a um levantamento do Conference Board, e foram compilados Fernando Veloso, pesquisador da FGV.

Mais de 200 mil nordestinos foram assassinados durante os governos Lula e Dilma

10/06/2016 – São Paulo – SP, Brasil – Presidente Dilma Rousseff e o Ex-Presidente Lula se encontraram no Instituto Lula nesta sexta-feira (10).

A eleição presidencial de 2006 foi a primeira de três em que o Nordeste seria primordial para a vitória do PT (em 2002, praticamente todos os estados brasileiros tinham optado por Lula). Com isso, o petista iniciou o segundo mandato vendo a região contabilizar 15.706 homicídios.

Nove anos depois, quando Dilma Rousseff foi forçada a entregar o cargo para Michel Temer, a estatística já tinha crescido 58% e somado 24.825 óbitos. Contudo, só de 2016, há ainda 9.830 casos em investigação, o que pode ampliar o crescimento para além dos 120%.

Neste intervalo, sempre que a opinião pública reclamava do estouro da violência, ouvia o petismo insistir que as queixas deveriam ser remetidas aos governos estaduais. Mas todos os especialistas ouvidos pelo UOL concordam que a origem de tanto sangue estaria em facções criminosas que não respeitam fronteiras nacioais, ou mesmo internacionais.

Em outras palavras, cabia ao Governo Federal auxiliar os governadores numa ação conjunta para evitar tamanha desgraça.

Nos últimos dez anos das gestões petistas, mais de 200 mil nordestinos foram assassinados. Para completar a tragédia, o Nordeste é justo a região que vem prometendo mais votos a Lula.

Governo Dilma tinha 36 milhões de pobres a mais do que o propagado pelo petismo

06/09/2016- Brasília- DF, Brasil- Ex-presidente presidenta Dilma Rousseff recebe carinho de populares durante sua saída do Palácio da Alvorada rumo a Porto Alegre.

Sem apresentar o devido cálculo, o petismo se acostumou a gritar que as gestões Lula e Dilma Rousseff tiraram quarenta milhões de brasileiros da pobreza. Mas bastava conferir o limite do cálculo para confirmar que tudo não passava de propaganda política. Porque o discurso explorava a métrica adotada pelo Banco Central em todo o mundo. E, por ela, se o consumo diário superasse o US$ 1,90, o indivíduo não mais seria pobre. Com isso, bastava o brasileiro viver com o equivalente a um quinto do salário mínimo para escapar da definição.

Contudo, o Banco Central finalmente corrigiu a anomalia que tomava por base a realidade das menores economias do mundo. E passou a aplicar com determinadas nações o limite diário de US$ 5,50, ou renda per capita superior aos R$ 540 mensais. Com isso, a camada pobre do Brasil saltou de 4,3% para 22,1%. Em números absolutos, de 8,9 milhões para 45,5 milhões, uma diferença de 36,6 milhões.

Os dados mais recentes são de 2015, ou o início do segundo mandato de Dilma Rousseff. E confirmam que a pobreza vinha aumentando. Um ano antes, estava em 3,7% – ou 20,4% pelo novo corte.

Não é que o Supremo protege a “ORCRIM”, o Supremo é escolhido pela “ORCRIM”

Em seu perfil no Facebook, e ainda baqueado por tantas decisões a beneficiar aqueles que mereciam a devida investigação de sua parte, Deltan Dallagnol desabafou: “Não surpreende que anos depois da Lava Jato os parlamentares continuem praticando crimes: estão sob suprema proteção”. Ao noticiar as palavras do procurador à frente da Lava Jato, o Antagonista resumiu: STF protege a ORCRIM.

ORCRIM é como Rodrigo Janot se referiu a “organização criminosa” em uma entrevista há alguns anos. O mesmo Janot que, antes de deixar a PGR, denunciaria ao menos quatro organizações criminosas atuando no executivo e no legislativo: uma ligada ao PMDB do Senado; outra, ao PMDB da Câmara Federal; uma, ao PT; e outra, ao PP. Os grupos encabeçados por Michel Temer e Lula atingem três governos e quatro mandatos presidenciais, uma vez que Dilma Rousseff surge na denúncia contra os petistas.

Ou seja, toda a estrutura necessária para que um ministro chegue ao Supremo Tribunal Federal estaria contaminada. Na atual composição, o STF tem um membro indicado por José Sarney, um indicado por Fernando Collor, um indicado por FHC, três indicados por Lula, quatro indicados por Dilma e um indicado por Temer. Como manda a lei, os onze foram referendados pelo Senado, ou a casa em que 87% dos ocupantes de alguma forma atuaram para tentar salvar Dilma, Aécio e até Delcídio.

A questão não é o Supremo proteger a “ORCRIM”, é o Supremo ser nomeado e referendado pela “ORCRIM”. Logo, o problema é sistêmico. Ou mudam a forma, ou o problema persistirá.

Estudo comprova que o sucesso do governo Lula foi basicamente sorte

Os professores Daniela Campello e Cesar Zucco, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) verificaram as pesquisas de popularidade dos presidentes de 18 países da América Latina nas últimas três décadas e os separou em dois grupos: o das nações em que a economia depende da exportação de produtos primários, e o das que já se livraram dessas amarras. O Brasil caiu no primeiro.

Em paralelo, elaboraram o Índice de Bons Tempos Econômicos. O IBTE nasce de duas variáveis extremamente importantes para a economia: a taxa de juros dos EUA, e o preço da commodities, ou os produtos primários comercializados pela nação, como alimentos, petróleo e minério.

Ao cruzar as informações, comprovou-se que a popularidade dos presidentes do tal primeiro grupo depende quase que diretamente dos dois fatores. Quando ambos sopram a favor, as lideranças se dão bem. Do contrário, caem.

Em outras palavras, o fator sorte contaria mais do que qualquer outro. E quem mais teve sorte no Brasil? Lula.

Como fica claro nos gráficos abaixo, o ex-presidente surfou na onda do “boom das commodities”, que durou de 2003 e 2011. E, mesmo após o até então maior escândalo de corrupção do país, deixou a presidência com popularidade acima dos 80%.

FHC não teve a mesma sorte. Mas não dá para atribuir o fracasso do governo Dilma a mero azar. Como fica claro, a petista trabalhou num contexto ainda melhor que o do tucano. Mas atingiu resultados bem piores.

O estudo conclui que nações como a brasileira vivem reféns de fatores externos. Mas acredita que seria possível libertar-se das amarras ao poupar nos períodos de bonança para ter reservas que aguentem o tranco nos tempos de mares revoltos. No entanto, a prática tem sido outra: gasta-se mundos e fundos nos momentos favoráveis, e aperta-se os cintos quando no sufoco. Tudo pelo populismo mais predatório.

Essa história precisa mudar. E o brasileiro terá uma grande chance nas eleições de 2018.

A Lava Jato apura se governos Lula e Dilma venderam 29 medidas provisórias por R$ 625 milhões em propina

O Estadão descobriu que ao menos 29 medidas provisórias foram, por assim dizer, infectadas pela ação dos investigados na operação Lava Jato e seus desdobramentos. Ao todo, as bases dos governos Dilma Rousseff e Lula teriam recebido R$ 625,1 milhões em propina para a aprovação dos referidos textos.

Num número ainda não fechado, sabe-se que toda a movimentação sob suspeita resultou em renúncia fiscal de ao menos R$ 165 bilhões. Só com essa quantia, seria possível cobrir o rombo do orçamento de 2017, calculado em R$ 159 bilhões, e ainda sobrariam R$ 6 bilhões, algo suficiente para manter o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações funcionando por um ano.

O jornal ainda acrescenta que, no alvo das investigações, estão três projetos de lei e dois decretos presidenciais, um deles de Michel Temer. E destaca que o volume de renúncias não necessariamente impactou negativamente o país.

Esquece, contudo, que carece de legitimidade, uma vez que teriam deixado de lado os interesses da nação para se alinharem aos de lobistas corruptos.

Via BNDES, os governos Lula e Dilma financiaram mais de R$ 10 bilhões em obras na ditadura venezuelana

Via BNDES, os governos Lula e Dilma Rousseff financiaram US$ 3,3 bilhões, ou algo em torno de R$ 10,3 bilhões, em obras de infraestrutura e contratos de serviço na Venezuela. Com verba do povo brasileiro, a ditadura venezuelana ergueu, por exemplo, o metrô de Caracas, o metrô de Los Teques, uma usina siderúrgica e até obras de saneamento.

Em 2017, a dívida da Venezuela com fornecedores brasileiros já chegou a US$ 5 bilhões, ou por volta de R$ 15 bilhões. No geral, são empreiteiras investigadas na Lava Jato e em tantos outros países da América Latina, como a Odebrecht, a Andrade Gutierrez e a Camargo Corrêa.

Em setembro, uma parcela de R$ 820 milhões foi simplesmente ignorada por Nicolás Maduro. E o calote fez soar o alerta no governo Temer. Porque as negociações estão seguradas pelo Fundo Garantidor de Exportações. E o fiador do FGE é ninguém menos que o Tesouro Nacional. Ou seja… Há o sério risco de essas faturas caírem mais uma vez nas costas do povo brasileiro.

O governo Temer enviou uma comitiva para negociar com Maduro. Mas a missão é complicada. Os países não se bicam desde que o Brasil tramou com a Argentina a justa expulsão da Venezuela do Mercosul.

A esperança talvez seja Vladimir Putin. O presidente russo não tem qualquer apreço pela democracia, mas vem cobrando de Maduro um mínimo de austeridade. Em contrapartida, pretende injetar US$ 20 bilhões no petróleo venezuelano.