Um ano após o impeachment de Dilma, o Monitor do PIB da FGV viu o fim da pior recessão do Brasil

Em julho de 2017, a economia brasileira cresceu 0,1% em relação a junho, que já havia crescido 0,4% em relação a maio. Parece pouco, mas foi o sétimo crescimento observado no período de dez meses que o antecedeu.

No trimestre que se encerrava ali, o aumento tinha sido de 0,6% em relação ao anterior, ou de 1,3% em relação a recorte idêntico em 2016. Para um Brasil que vinha enfrentando uma queda venezuelana, de fato era motivo para se comemorar. Só nos sete primeiros meses de 2017, o PIB local acumulou R$ 3,778 trilhões.

Os números vieram do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getulio Vargas. Que viu nos resultados o fim de uma longa recessão iniciada ainda no governo Dilma, afastado em maio, e finalizado em definitivo em agosto de 2016.

Mesmo com um governo Temer desastroso politicamente, a economia deu mostras de recuperação. O que é ótimo justo para as camadas mais carentes da população, ou as primeiras a sofrerem os efeitos de um mercado em colapso.